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Nordkapp

The journey start at 9 June 2016

MAP

ETAPAS

estapas nordkapp

 

FOTOS

2016 Nordkapp

 

RESUMO

“Se você não anda com chuva ou neblina, então não anda.” Autor desconhecido

Não basta andar de moto, o importante é nunca deixar que o clima afete esse momento único. É sentir na pele todas as mudanças da natureza e aprender a fazer parte delas.

 

 

TEST MOTO

Viagem a Lisboa de Trabalho aproveitando sempre a parte boa da vida.

Levei a Maria. Almoçamos Em Pombal no Manjar do Marquês, recomendo. Passeamos em Belém, Mosteiro dos Jerónimos, Praça do Comércio, Chiado,...

Na viagem de regresso tivemos um problema elétrico, as luzes da AF falharam já de noite em Amarante.

Resolveu-se facilmente no dia seguinte com um fusível.

Verificamos uma pequena fuga de óleo na tampa latareal esquerda da moto pelo vedante da mola da embraiagem.

Resolveu-se assumir a fuga por não existir tempo para o concerto.

DAY 0

Carregar a moto.

Tudo preparado a devido tempo segundo plano do meu companheiro. Todos os itens previamente selecionados estão embalados e separados por sacos. Agora basta cumprir o plano.

Últimos preparativos no GPS, a minha principal preocupação.

Mapa pronto a imprimir.

DAY 1

 

DAY 5

O primeiro dia na Noruega.

Saímos de kristiansand com a promessa de chuva para o dia inteiro.

A estrada comecou a ser mais divertida apesar da chuva.

Rodeados de bosques de várias espécies onde o verde predominante apenas era desafiado pela cor do asfalto e dos sinais indicadores dáa localidades amarelos torrados. Bonito contraste.

As linhas de água mais pequenas no início começaram a dar lugar aos lagos.

A primeira paragem já foi num largo rio onde um grupo de jovens estavam a descer o rio em rafting.

Continuando o nosso percurso distraídos pela beleza da estrada começamos a chegar aos fjords. O verde deixou de ser Com abundante para dar lugar à cor da água e a cor da rocha escura. Várias elevações em rocha muito altas protegem as linhas de água cá em baixo e providenciam caminhos para a água lindíssimos. Sempre que existe espaço nestas montanhas aparecem árvores, mesmo nas zonas mais altas e com declive.
Mais à frente outra cor, o branco. Quando a confundir-se com o cinza do céu brilha lá em cima nos picos das rochas.

A chuva começou felizmente a dar tréguas, mas a estrada tomou um sentido ascendente. Registamos de imediato um aumento da temperatura. Passamos por duas estâncias de ski, fechadas, pois a neve não era suficiente. Aos 1250 metros rolando a bom ritmo aparecem também as curvas apertadas que providenciam a descida até o mais fjord alcançado. O...
Encontramos 3 mostards da Lituânia. Simpáticos e com um inglês perfeito trocamos umas palavras. As suas montadas eram uma tenere 650 das novas, uma super teneré 750 quase tão antiga como a minha, e uma bonita TDM 850.

Passados uns kilometros passamos por um local de beleza rara. Duas enormes quedas de água descem ao lado de um estreito entre montanhas de rocha e alimentam um endiabrado rio que desce e alimenta um amplo fjord. O....
Antes da nossa paragem na primeira noite sossegada passada num belo parque de campismo em Kinsarvik tivemos direitoa uma paragem obrigatória de 50 minutos por obras numa estrada. O uso de explosivos impedia a segurança. E as equipas norueguesas removiam as rochas que ocupavam a estrada derivado à explosão.

A decisão do grupo finalmente apareceu na espera. Procurar um parque de campismo para pernoitar. Ainda houve resistência em montar a tenda. Vê quanto custa um Bungalow. Vê se tem casa de banho lá dentro. Vê se tem quartos separados, etc. Eram as perguntas que nos ocupavam. Pois bem. O destino prega-nos a partida. Tudo esgotado em kinsarvik camping Incrível pois não eram poucos os Bungalows. Mesmo assim ainda fui inspecionar outro Camping mais à frente. Apenas tinhas casas grandes para 6 pessoas por 130 euros, com dois quartos e uma casa de banho. A decisão foi, graças às condicionantes, dormir em tenda. 10 minutos a montar a tenda. A noite soube muito bem a todos. Talvez a melhor noite até agora. A temperatura estava excelente o chão seco, o por do sol magnifico. O jantar com a companhia de dois jovens alemães do sul serviu para trocar ideias sobre o nordkapp pois eles regressam de lá. Frio, foi o principal obstáculo deles.

Também conheci um jovem italiano que me serviu a melhor refeição dos passados dias, um entrecosto muito bem cozinhado acompanhados de uma variedade de legumes grelhados, espargos, batatas, perâ, alho, cebolinha, cenoura e couve.

Um lindo prato.

Após o jantar fui direto à tenda após um xixi.

 

DAY 6

Dormi que nem um bebé até as 7h00am. Levantei me 15 minutos depois. Apreciei a paisagem mais vez, como se fosse a primeira, e era pois o sol brilhava entre as nuvens mais forte que na chegada.
Fui receção comprar a ficha do duche de água quente. 10 coroas para 5 minutos. Valeu a pena. Casa de manhã imaculadamente limpa.

Desmontei a tenda, arrumei a moto, tomei café. Comi o pão com manteiga que sobrou de almoço do dia anterior. Soube bem! Aguardei pelos meus colegas e arrancamos para o dia dos túneis e dos ferries.
Mais de uma dezena de túneis. O maior com 24.6 km. Vários com mais de 10km e muitos com mais de 6km. Ainda mais, nem contei, com menos de 1 km.

Seguramente mais de 80 km em tuneis.

Um túnel com ponte no meio. Outro com passagem de ferro no meio.

Estás passagens atravessam am montanhas de rochas e permitem atravessar de fiorde em fiorde. Cada um diferente do outro pelas montanhas que os rodeiam. Tambem quando a montanha o permite subimos e descemos para a atravessar. É aí que a estrada é ainda mais divertida com curva contra curva, com subidas e descidas a atravessar pontes por cima de rios e riachos furiosos que aceleram mais do que nós.
Último ferro em strada às 21h30 e montagem da tenda às 23h ainda com muita claridade. Noite de 16 graus.

Pelo caminho conheci um suíço que participava num Rallys de carros antigos até ao nosso destino nordkapp. Umas norueguesas que fazia uma venda da cosméticos numa loja e um polícia reformado de Taiwan. Steve Liu.
Claro! Existem fotos de todos. :-)

São 23h20 e fica a foto do rio que ladeia a nossa área de campismo...

Até amanhã.

DAY 7
Trondheim - Horn
Um engano logo à saída de Trondheim proporcionou nos uma viagem pela interessante estrada 17. Apesar da chuva e neblina não permitir uma boa visibilidade das montanhas, lagos, fiordes e rios circundantes a estrada muito divertida que estava muitas vezes seca permitiu um bom andamento. É o tipo de estrada que não dá sono. Curva contra curva seguida de regras enormes com altos e baixos. A condução tem de ser atenta mas dá cá um gozo...
Tivemos um encontro com um alce, fêmea, que se encontrava ao lado da estrada, felizmente, que nos fez ficar mais atentos aos sinais da estrada de perigo com os alces.
Hoje tivemos de apanhar dois ferries dos seis totais até bodo.
As 21h30 paramos em perto de Horn para dormir, como estava tempo húmido optamos por uma "cabinet" de 390 koroas, mas foi uma desilusão pois apesar de quente estava muito mal mobilada. Dormi no meu fabuloso saco cama quentinho e muitas horas. O hambúrguer anterior ainda pesava no estômago, não tinhamos fome, não jantámos.
Como no dia anterior tinha tomado 3 banhos, optei por não o fazer, pois as instalações ficavam longe e estava frio.
Apesar do contratempo à saída e ao mau tempo, foi um dia calmo e proveitoso apenas pela delicia de estrada que permitiu uma condução prazerosa.
Na chegada a um Camping que o Jams escolheu conhecemos o Júlio. Simpatico italiano que conduzia um Toyota gt86 de 200 cavalos. Uma máquina muito bonita de 2013 que custa sensivelmente 18000 euros em Itália.

DAY 8

Horn - Bodo
Dias dos ferries.
O primeiro logo às 8h50 obrigou a madrugar às 7h para os habituais preparos. Entramos a horas no primeiro ferry sem problemas. Desde logo fizemos amizade com um norueguês que viajava numa BMW RT1200 com atrelado com a filha. O simpático coveiro de nome Geir na cidade Jessheim , sim, coveiro, viajava com a filha Catherine. Tinha um autocolante por cada país percorrido... Eram 55. O Júlio, engenheiro na Lamborgin juntou-se ao grupo que faria espera nos próximos ferries.

A seguir um total desastre nos horários dos ferries. Chaegamos com 5 minutos de atrasos em Forvik, o que provocou um atraso de 1h20m e a seguir em Kilboghamn com 3 minutos de atraso, às 14h03m apesar de uma corrida no limite, 91km em 1h03m, com um abastecimento rápido que provocou um atraso de 2h40m pois o próximo ferrie seria às 16h40h.
Até a cobradora rechunchuda norueguesa estava triste com a nossa chegada. Fazia no momento aquele olhar de pena.
Triste por ter de esperar, aliás furioso, só mais tarde perceberia o gozo que me deu fazer estes 91 km contra o tempo e as condições da estrada molhada. Claro que a estrada de montanha cheia de curvas largas e longas rectas aos altos e baixos tinha muiiiito poucos carros. Como à saída tivemos de abastecer ultrapassamos todos os carros e motos que tinham saído do ferry na mesma direção. Mesmo assim o nosso esforço foi em vão.
Por outro lado fomos almoçar com o Geir, o Júlio e a Catherine a um cafezito perto da linha de ferrie, todo construído em pinho nórdico. A simpática cozinheira, com feições de esquimó preparou um thai para mim... falei-lhe nas francesinhas e cuja receita lhe escrevi num guardanapo.
Ainda deu tempo para conhecer melhor o grupo e para bater uma soneca.
Quando as 14h30 fomos para a linha de ferrie a gordinha norueguesa comunicou a triste notícia do atraso do ferrie em 30 min. Tal tinha acontecido porque devido a muitas viaturas do outro lado instalaram um tabuleiro adicional basculante no interior do barco.
Finalmente no ferrie com destino a Jetktvik percebemos que o atraso não comprometeria a chegada ao próximo e último ferrie da estrada 17 Agskardet, Foroy travessia de apenas 10 minutos para depois fazer mais 177km até Boro.

 

 

 

Tags: travel Viagens nordkapp

José Ramos

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